Declarações

André Villas-Boas : “Jogo não devia ter-se realizado”
Por ele, não teria havido jogo. “Foi mau para o espectáculo”, criticou André Villas-Boas, treinador de um FC Porto que, mesmo num desafio atípico, conseguiu impor-se. “Lamento que nao tenha sido um espectáculo agradável. A qualidade de jogo e a circulação de bola foram completamente impossíveis. Foi um jogo de luta e guerra que não correspondeu ao que é o jogo português. Gerou-se sempre emoção. Foi um jogo emotivo com o resultado sempre em aberto. Saímos satisfeitos, mas orgulhosos da forma como foi conseguido. Criámos oportunidades na segunda parte, a procurar o golo que nos daria a tranquilidade. Pecámos um pouco na finalização, mas, fomos criando oportunidades”, comentou, sublinhando que as condições do relvado “chocaram com o jogo normal de qualquer das equipas, não permitindo que aquilo que se trabalha durante a semana fosse aplicado”.
Do temporal saiu o líder azul e branco a sete pontos do Benfica, na contagem decrescente para o clássico do Dragão, para o qual André Villas-Boas voltou a rejeitar o rótulo de decisivo. Isso “é um disparate pegado”, reiterou, recordando que “qualquer encurtamento da distância é chama e gasolina a mais para os outros”: “Decisivo não é, de forma alguma, e quem o diz pouco entende de futebol. Quem diz que, o FC Porto ganhando e passando para 10 pontos de diferença, que isso é decisivo, não estudou a história do futebol e as alterações que houve nos campeonatos e das equipas que recuperaram de 10 e 12 e 14 pontos, nos vários campeonatos europeus. É uma oportunidade, obviamente que é: queremos aproveitar essa oportunidade, aumentar a distância, torná-la ainda mais confortável, mas, o campeonato é ainda longo e torna-se sempre difícil, porque qualquer encurtamento numa distância é mais um incentivo para os outros”. Nas contas da jornada, registou o aumento da vantagem para o Braga: “É sempre positivo”.
Hulk
“Não pensamos apenas num jogo”
Exausto, feliz e com mais razões do que é habitual para invocar a fé – foi assim que Hulk chegou ao fim do jogo com a Académica, em que o relvado se tornou um adversário comum. Venceu o FC Porto, que chegará ao clássico do Dragão com mais sete pontos do que o Benfica, embora o calendário imponha ainda a Liga Europa no caminho e no discurso. Ontem, prevaleceu o alívio, nas palavras do Incrível: “Estou muito feliz pela vitória. Agradeço a Deus por nos ter ajudado e por ninguém se ter machucado gravemente, neste relvado. O Fernando tem uma lesão, mas, creio que não é grave.” “Houve uma grande união, mostrámos a força do FC Porto, trabalhámos bastante, para vencer”, sublinhou, concentrado, agora, no Besiktas. “No FC Porto, o nosso pensamento é jogo a jogo”. Quanto ao Benfica, foi preciso fintar o avançado, para este aceitar comentar a vantagem na liga caseira: “Não pensamos só num jogo. Para se ser campeão tem de se enfrentar os 30; este é importante, porque é com um rival que também quer ser campeão, e queremos os três pontos.”
Falcao
“Foi atirar a bola e correr”
Falcao começou por desvalorizar o facto de ainda não ter marcado à Académica. “São coisas do futebol e mais importante foi a vitória” que, na sua opinião foi merecida. “Fomos uma equipa de luta, com entrega de todos para encarar as jogadas e ganhá-las. As condições do relvado exigiam luta e agressividade e estivemos à altura.”
Era muito difícil jogar, adoptar um estilo de jogo, basicamente foi atirar a bola para a frente, correr, e tentar ganhá-la”, referiu. No final, alguns elementos da Académica reclamaram da arbitragem de Duarte Gomes, mas Falcao diz que o FC Porto é que tem razões de queixa. “Não houve irregularidade no lance do golo que me anularam, foi tudo muito rápido. Quem tem que reclamar somos nós porque fomos prejudicados em algumas jogadas”, frisou. A terminar, o avançado garantiu que não houve qualquer pressão extra por jogar depois do Benfica. “Pensamos apenas em nós. Queremos ganhar sempre e não há qualquer tipo de pressão por parte dos adversários”, concluiu.
Sapunaru não se queixou do relvado alagado
Sapunaru foi dos poucos jogadores que não se queixou do relvado alagado do Municipal de Coimbra. “Foi um jogo difícil para as duas equipas, mas o importante foi termos conseguido sair daqui com os três pontos. Agora temos é de pensar na partida com o Besiktas”, referiu no final, insistindo que o FC Porto fez “uma boa partida” e que “entrou forte e decidido a conseguir os três pontos”.
in “ojogo.pt”
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Sobre pungaro

http://fcportonoticias-dodragao.blogspot.com/
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